Calheta

Calheta, "a terra fértil", foi batizada a partir da entrada estreita que a serve como porto. Na verdade, isso é o que "calheta" realmente significa: entrada estreita. O nome foi dado pelos descobridores que primeiro lá chegaram. A paróquia da Calheta é caracterizada por ser espremida por montanhas altas, enquanto, ao mesmo tempo, é abraçada pelo mar.
Areia artificial marroquina é parte integrante da sua praia, lugar ideal para diversão e relaxamento para famílias com crianças. Espreguiçadeiras e guarda-sóis podem ser alugados na praia. Existem muitas instalações em torno da praia da Calheta, como um bar, vestiários, chuveiros e uma marina (com muitas lojas e restaurantes).

A Calheta foi um dos lugares explorados pelos primeiros colonizadores, que lá foram, logo após a descoberta da ilha. Além disso, foi um dos primeiros locais na Madeira a praticar a agricultura.
O estabelecimento da paróquia civil remonta a 1430. No início, a sua sede situava-se na capela da Estrela, no entanto, no século XIX, mudaram para a igreja do Espírito Santo, na cidade da Calheta, elevada a esta categoria por carta patente real, emitida em 1825. Entre o património histórico e cultural, destaca-se o vasto e valioso património de natureza religiosa existente nesta paróquia civil. A Calheta é das cidades com o maior número de capelas na Madeira.
As principais atividades económicas incluem a agricultura, o comércio e a indústria. Esta última tornou-se muito forte com o florescimento do açúcar. Em tempos haviam oito engenhos de açúcar na Calheta, dos quais apenas um funciona nos dias de hoje. Esta é uma área muito rica em termos de piscicultura, caracterizada por uma grande variedade de peixes.

O clima é muito ameno durante todo o ano, havendo um nível elevado de chuva, no
inverno. Esta paróquia tem uma área de cerca de 23,47 km2 e um pouco mais de três mil habitantes.